terça-feira, 11 de maio de 2010

Não vendemos o desempenho, vendemos o sucesso - Parte I

Estratégias de futebol, aplicadas às empresas.


Porque é que você consta como lider da folha de pagamentos de uma empresa? Porque está a vender algo à empresa. O que vende? Isto no fundo parece claro, mas torna-se mais complicado quando olhamos para aquilo que não vende à empresa. Por exemplo, o tempo de trabalho. Embora a venda de horas de trabalho ainda predomine nas indústrias antigas, um conceito de trabalho meramente quantitativo deve ser posto de parte.


Muitas vezes esquecemo-nos disso quando de manhã vamos a caminho do trabalho como se fossemos robots; estamos empregados e temos um "contrato de trabalho fixo" - o que nos dias de hoje significa sempre "estável".


Você não vende motivação. Com motivação apenas, nada se ganha. E com boas intenções? Ou esforços? Claro, trata-se da excitação nas bancadas quando um jogador remata à baliza. Mas as intenções não nos levam mais longe, por melhores que sejam:
Essas famosas estatisticas de remate á baliza são uma locura. Existem equipas que remataram  20 ou 25 vezes à baliza e isto é interpretado como uma mais valia. Porém, provavelmente 18 desses remates foram a pior das opções. Que outros jogadores estariam livres, que teria sido preferível continuar a passar a bola, isso é ignorado.


Portanto, também muitas tentativas (visitas a clientes) não contam, por mais que possam ser contabilizadas.


Será que você vende o desempenho? Agora torna-se complicado...


Não perca a continuação... Parte II

0 comentários: