quinta-feira, 18 de abril de 2013

Lojas online fazem caminho inverso e abrem lojas físicas

Em busca da ampliação de canais de venda e de maior aproximação com o consumidor, empresas que nasceram no meio digital inauguram espaços enfrentando desafios.

As empresas online têm percebido que, apesar de terem nascido em um ambiente virtual, não estão restritas a ele. A diversificação de canais de venda é uma forma cada vez mais comum de ampliarem sua atuação e muitas estão abrindo suas próprias lojas ou buscando parcerias com outras marcas para abranger também a presença física. Esta tem sido uma forma de oferecer uma experiência diferenciada aos consumidores, se aproximando mais de cada um e até os ajudando na familiarização com o e-commerce.

Também pode representar uma alternativa na distribuição e entrega de produtos e uma forma certeira de estar onde o contato com o público é mais relevante para o negócio. Tudo isso sem perder a essência digital. Os desafios, no entanto, são muitos: transformar um conceito virtual em materiais e objetos físicos que passem a mensagem da marca, descobrir a dinâmica da venda física e integrar os meios online e offline.

Grandes companhias como Google e Amazon têm aumentado sua presença física e outras, como Groupon e Ebay, inauguraram unidades para testar as vantagens de novos canais. Assim como elas, diversas empresas online enxergam que precisam corresponder à multicanalidade dos clientes. “Os consumidores exigem e empurram às empresas à diversificação de canais. Com as marcas online, não é diferente”, avalia Maurício Salvador, presidente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em entrevista ao Mundo do Marketing.

Presença física diversificada
A Amazon já manifestou em diversos momentos a vontade de ter uma loja física e, este ano, fez uma parceria com a empresa brasileira Superfone para ter quiosques específicos do e-reader Kindle em shoppings de São Paulo. O Google também realizou uma parceria semelhante e montou um stand dentro da loja de eletrônicos PC World em Londres, focando na venda de notebooks com o sistema operacional Google Chrome. Ambas também têm serviços que oferecem armários próprios em determinadas localidades para onde compras feitas por usuários podem ser encaminhadas.
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Isso permite que a entrega e o recebimento dos itens sejam mais dinâmicos e minimiza problemas logísticos. Apesar de não ser uma forma de comercialização, a iniciativa em prol da melhor distribuição de produtos é um indício dos investimentos das duas marcas em presença física. “Para muitas empresas é mais barato ter um ponto físico para o consumidor retirar os produtos, especialmente em lugares onde há muito fluxo. Não é à toa que o Google e a Amazon se movimentaram nesse sentido”, destaca Maurício Salvador.

O Groupon abriu efetivamente sua primeira loja física em Cingapura. A empresa disponibiliza a entrega e troca de aparelhos, mas oferece inúmeras outras opções, como a possibilidade de o cliente experimentar produtos à venda e de realizar buscas e fazer compras por meio de iPads. Além do site de compras coletivas, o eBay criou a The Bay Inspiration Shop em Nova York, que segue o conceito de presença física mas com vendas 100% digitais. Os produtos expostos trazem QR Codes que direcionam o comprador ao site para que efetuem o pedido e pagamento.

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Shoes4youConfiança e contato mais próximo
A maneira como as unidades foram desenvolvidas reforça o fato de serem empresas de plataforma online, mas traz como vantagem o contato mais próximo do consumidor com a marca e com os produtos. “O showroom, que já é forte nos Estados Unidos e outros países, permite uma experimentação ao cliente e é uma forma de mostrar às pessoas que elas têm um local onde podem reclamar caso algo ocorra. Isso dá uma grande confiança para que se relacionem com a empresa”, analisa o presidente da ABComm.

Com o intuito de se aproximar do público e mostrar que a empresa é acessível e se comunica com as pessoas em todos os canais, o Hotel Urbano abriu duas lojas no Rio de Janeiro. A ideia veio da percepção de que o volume financeiro do mercado de turismo ainda é 90% offline e que, como a viagem é uma compra planejada, o consumidor exige mais segurança e contato pessoal.

As unidades não vendem diretamente por meio dos vendedores e servem principalmente para que o consumidor aprenda com eles sobre como escolher os pacotes que interessam e como efetuar o pagamento digitalmente. “Tentamos estar o mais perto possível dos clientes com o call center e outros canais, mas percebemos que muitos gostam da marca, mas têm dificuldade ou receio de comprar online. Na loja, eles acompanham o passo a passo do processo. A ideia é que a partir da primeira experiência, eles possam comprar sozinhos em casa”, explica Roberta Oliveira, Diretora de Marketing do Hotel Urbano, em entrevista ao portal.

Novas perspectivas
As dificuldades na criação e implementação da presença física foram inúmeras. A primeira foi como passar o conceito do Hotel Urbano para objetos e materiais físicos. Durante quatro meses, os profissionais envolvidos decidiram como seria a estrutura e o design do espaço e optaram por usar vidro e equipamentos de última geração para mostrar transparência e inovação tecnológica.

O longo processo de análise e de realização da obra valeu a pena. Logo que o local foi inaugurado, a agência de viagens percebeu que os clientes exigem uma personalização muito maior quando estão frente a frente com um atendente. “Isso está sendo interessante para revermos o nosso próprio portfólio. Queremos suprir as necessidades que temos percebido nos clientes”, conta Roberta Oliveira.

Digital,hotelurbano,lojas online,lojas físicas, Shoes4youGraças à experiência positiva, a intenção é que o Hotel Urbano abra pelo menos 12 lojas este ano e que esteja presente em todas as capitais do país. Além da agência, outra empresa nacional online que tem investido em lojas físicas é o pet shop Meu Amigo Pet: a marca possui duas unidades próprias e três franquias, sendo duas ainda não inauguradas.

Oportunidades pouco exploradas
A decisão de apostar em um novo meio foi tomada depois de que Daniel Nepomuceno, CEO do Meu Amigo Pet, teve acesso a uma pesquisa da empresa Gouvêa de Souza, de que a terceira questão que leva o consumidor a ter mais confiança no e-commerce é a presença em unidades físicas. Outros pontos que influenciaram foi o maior poder de barganha junto aos fornecedores permitido pelo maior volume de compra em menor espaço de tempo e a percepção de que ainda não existia no Brasil nenhuma franquia de produtos para animais de estimação.

O estado de São Paulo foi escolhido para receber as unidades por ser o principal mercado do e-commerce. Além da capital, a marca focou em cidades menos populosas, como Presidente Prudente. “Muitas regiões ainda carecem de lojas especializadas nesse ramo e essa é uma oportunidade que temos para oferecer algo diferenciado”, opina Daniel Nepomuceno, em entrevista ao Mundo do Marketing

A integração entre os meios online e offline ainda está sendo implementada e é um dos principais desafios. Atualmente os clientes das lojas físicas têm descontos no e-commerce da marca caso não encontrem o que estão procurando na unidade que frequentam, mas as pessoas que compram no site ainda não podem realizar trocas nos espaços físicos. “Isso será possível em breve, mas ainda estamos viabilizando. O importante é que estamos evoluindo no mundo físico também”, avalia o CEO do Meu Amigo Pet.
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Atuação alternativa
Mesmo as empresas que não têm condição financeira ou estrutura para abrirem unidades, podem recorrer a algumas alternativas para atuarem fisicamente. O clube de assinatura de sapatos e acessórios na internet Shoes4you, por exemplo, firmou parceria com a marca Pash e expõe seus produtos na loja do bairro do Jardins, em São Paulo. A unidade disponibiliza sapatilhas e sapatos de salto médio e alto e, a cada mês, as coleções são renovadas, assim como ocorre no site.

O motivo principal para a ampliação de canais foi a possibilidade divulgar e apresentar os produtos a quem não conhece a marca. “Isso faz muito sentido, especialmente para uma marca tão nova como a nossa, que surgiu em 2011, e com o nosso tipo de produto. O cliente pode experimentar um sapato e adquiri-lo na hora caso tenha gostado”, analisa Olivier Grinda, CEO da Shoes4you, em entrevista ao portal.

Além da loja da Pash, a Shoes4you pretende ampliar a parceria a outras marcas e chegar a 30 espaços físicos até o fim de 2013. “Queremos ter nossas próprias lojas, mas primeiro precisamos entender melhor o meio offline. Hoje não estamos preparados, mas achamos importante que isso ocorra mais para frente porque novos canais tornam a vida do consumidor mais prática e intensificam o contato dele com a marca”, destaca Olivier.

 

fonte: Mundo do Marketing

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Apresentação - Técnicas de Vendas

Um curso completo com técnicas de vendas faceis de aplicar, com dicas de  persuação.
 

O “Santo Graal” do Marketing - QSP Summit 2013

Todos conhecemos casos de produtos que chegaram repentinamente ao mercado e que se tornaram uma necessidade de consumo. Antes de estes entrarem nas lojas, o consumidor não tinha essa necessidade.

Basicamente o produto criou o seu próprio mercado e criou uma necessidade de consumo até aí inexistente. Para os marketers esta antecipação e descoberta de “ O que o consumidor quer, mas ainda não sabe” é o seu grande desafio. Não é uma pergunta de 1 milhão mas sim de vários milhões.

Esta abordagem exige um conhecimento e uma multidisciplinaridade transversal ao Marketing, Economia, Psicologia, Neurociência, Comportamento do Consumidor, Sociologia entre outras. Não é fácil para nenhum marketer mas algumas empresas têm conseguido.

Na base desta “Caixa Negra” por decifrar, o QSP Summit propõe esta temática com o objectivo de procurar uma metodologia para este tema. Uma aproximação que nos permita no futuro chegar mais perto das necessidades não declaradas dos consumidores.

Para o efeito a conferência contará com abordagens diferenciadas que no somatório nos darão pistas sobre o comportamento de consumo e formas de nos aproximarmos da resposta. Ori Brafman, especialista da New York Times em novas formas de encarar os negócios e autor best-seller de obras como “The Starfish and the Spider: The Unstoppable Power of Leaderless Organizations”, “Sway: The Irresistible Pull of Irrational Behavior”), e o mais recente “Click”, vai demonstrar quais os factores psicológicos escondidos, e como estes influenciam as nossas decisões, e como as empresas podem usar essas forças para melhorar as relações com os seus clientes e consumidores.

Estudar a psicologia oculta que afecta o nosso comportamento e assim podermos dar aos consumidores o que eles querem mesmo antes de estes perceberem realmente o que querem. Outra abordagem complementar será a que Neil Bearden nos traz: compreender melhor as experiências dos consumidores e dos clientes, e como o nosso cérebro as armazena e reconstrói! Neil é Doutorado em Psicologia Cognitiva pela Universidade da Carolina do Norte, Professor de MBA no INSEAD em Singapura, efectuou diversas pesquisas em Neuroeconomia no Centro de Análise e Imagem do Cérebro da Universidade de Duque. Vem de Singapura, foi distinguido nos últimos 5 anos com o Prémio de “Dean´s Comendation For Excellence in MBA Teaching” e esteve este ano entre os 50 nomeados para Professor do Ano a nível mundial.

O português Daniel Serrão fará uma abordagem à chave da mente: saber como entrar no cérebro do outro, pelas portas disponíveis. Quais os passos que o nosso cérebro efectua até à tomada de decisão, como o faz e em que ponto podemos actuar. Daniel Serrão é médico e professor Catedrático com um curriculum impressionante. Detentor de uma vasta obra bibliográfica em Ética da Vida, tema em que é conselheiro Papal, montou e dirigiu um laboratório privado de Anatomia Patológica onde realizou mais de um milhão e meio de exames histológicos e citológicos.

Distinguido como um dos líderes mais influentes do mundo pela American Biographical Institute, integrou a lista dos 2000 mais marcantes estudiosos do Século XX pela Internacional Biographical Center de Cambridge. Foi agraciado com Grã-cruz da Ordem Militar de Santiago e Espada pelo Presidente da Republica em funções, entre muitas outras distinções.
O evento contará com 5 Cases de marcas globalmente consagradas como são a Starbucks – presente em mais de 60 países, Yahoo! – um dos mais visitados sites da internet com mais de 12.000 colaboradores presente em 25 países, Bing – o segundo maior motor de pesquisa na internet e que faz parte da Microsoft, a Telenor – grupo de telecomunicações móveis com mais de 150 milhões de utilizadores e um dos líderes mundiais, e a Clínica Universiad de Navarra – uma das mais prestigiadas unidades hospitalares da Europa.

Um importante debate sobre as tendências digitais reunirá representantes do Facebook, Google, Yahoo!, Bing e ComScore, onde as principais tendências do mundo digital serão debatidos numa sala especialmente preparada para o efeito, bem como 4 workshops livres sobre temas de grande relevância para os gestores de marketing e com protagonistas especialistas nas respectivas matérias: SEO-Search Engine Optimization, APPS, Neuromarketing e Best Practices Marketing.

O evento conta anualmente com mais de 900 conferencistas, uma área de exposição com muita interactividade e muito networking.

Rui Ribeiro,
Founder and Managing Partner da QSP - Consultoria de Marketing.

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fonte: http://www.appm.pt/

Gestão de redes sociais low cost com a Salt Content

A Salt Content acaba de lançar no mercado o Social Media Plus, um serviço low cost para a gestão de redes sociais.

O serviço conta com três tipologias, a Light, a Regular, e a Premium, com preços a começarem nos 349 euros por mês. “Num momento em que as empresas são obrigadas a reduzir ao máximo os seus custos, a Salt Content quer garantir que a comunicação entre as marcas e os seus clientes – fundamental para a sua visibilidade – não deixe de existir”, justifica-se em nota de imprensa, onde se acrescenta que “o Social Media Plus permite ao cliente desenhar soluções à sua medida, quer na tipologia e frequência de posts, quer na escolha da sua presença nas diferentes redes sociais existentes”.


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fonte: meios e publicidade

 


Comunicação interna...ou a falta dela

Vejam lá se este cartoon não explica bem a comunicação interna (ou falta dela) em alguns projetos...

terça-feira, 16 de abril de 2013

Branding: a Nova Face do Marketing

O presidente do Grupo Troiano de Branding, Jaime Troiano, ministrou palestra no Fórum HSM de Marketing & Customer Trends.